Essa é para mim uma das mais importantes tríades que cercam a vida humana. Essas trê palavras estão como que entrelaçadas.

Nossa sociedade realmente está mais liberal, porém, muitas dessas vezes ocorre a confusão entre a libertinagem e a liberdade.

O que seria realmente ético nessa sociedade dita moderna.

E o desejo?

É possível desejar com liberdade e ser ético? A resposta: sim, é possível. Mas, é preciso ter cuidado!

Os seres humanos seriam menos doentes se pudessem desejar com liberdade. Porém, existem diversos fatores - religião, o estado e a família - que impedem essa liberdade se expressar.

E até hoje a ética ainda é um problema. O que seria afinal ético?

O desejo sempre está relacionado com uma falta. Desejamos quando não temos. A essência do desejo é puro instinto. Porque quando desejamos vamos buscar o que nos falta. E não medimos esforços para conseguir a satisfação plena. Sendo que essa satisfação é uma meta quase que impossível de se atingir. E quando se consegue atingir essa satisfação plena e não temos sabedoria suficiente para lidar com ela muitas das vezes podemos entrar na loucura. Porém, algumas pessoas sabem lidar com esse gozo e alcançam a auto-realização.

Porém, nem tudo que queremos realizar é ético. Muitos de nossos desejos não são bens vistos pela sociedade e a Cultura.

Porém, seria mais interessante se os seres humanos pudessem realizar seus desejos com ética. Mas, o que seria isso?

1. Você deseja fazer algo.

2. Vai discernir sobre esse seu desejo.

3. Dependendo de sua resposta você poderá realizá-lo sem causar dano algum no seus semelhantes.

Isso é ter liberdade para desejar e ser ético com seu desejo.

E essa é a maior lei da Bruxaria: você é livre para fazer o que quer, mas, não cause dano no próximo!

Faça o que você quer, mas, lembre-se dos outros.

E se depois se sentir culpa por causa do seu desejo é realmente você é o único culpado por ele. O desejo é seu e seja responsável por ele e pelos seus atos.

Assim você está sendo ético com os outros e principalmente com você!

Você tem é livre para desejar o que quer, porém é responsável por essa liberdade. Então seja ético.  

P.S.: Um dos grandes estudiosos do tema “liberdade - ética - desejo” foi o psicanalista Jacques Lacan. Ele também fala da Tríade Infernal, que neste caso seria “O Real - O Simbolico - O Imaginário”. 

Cleison

Sobre o amanhecer

Quando digo “amanhecer” quero dizer na verdade “começo”. Porque o amanhecer não deixa de ser um começo…eu pelo menos vejo assim!

Como estamos no final de um ano, então, logo estaremos iniciando outro, e como isso ocorre o começo de um novo ano que depois se torna velho.

É tempo de todos fazerem promessas para si. Mas, dificilmente alguém consegue cumprir todas.

Agora no período que vamos adentrar iremos enfrentar mudanças que serão como benções e maldições. Para alguns será um auxílio e para outros será uma queda mais profunda.

Mas, tudo isso é o começo de uma nova era. A Nova Era ou Aquarius é como um sol que está nascendo cada vez mais radiente no horizonte. É um amanhecer de um era que como disse trará trará auxílio ou uma queda.

Basta atenção e discernimento para se preparar para esse acontecimento cósmico.

Cleison

Sobre o natal

Aproveitando que estamos perto do Natal, então resolvi escrever sobre esse festejo dito espiritual.

Qual seria o significado do Natal? O Nascimento de Cristo, essa é a resposta.

Mas, como seria esse nascimento? Somente uma lembrança de algo que ocorreu fora de nós há dois mil e poucos anos. Ou seria algo mais interno, algo que está relacionado com a sua alma?

Primeiro, sabemos por relatos históricos que Jesus não nasceu em dezembro.

Segundo, neve e o nascimento de Deus não tem nada haver, no Oriente Médio nem neva.

Terceiro, esse acontecimento exterior realmente aconteceu, porém, ele significa mais do que dar presentes e falar em Papai Noel, e depois de abraçar todo mundo e falar que ama todos vai beber bastante.

Concordo plenamente que o Natal precisa ser comemorado coma alegria pois se trata do nascimento do maior de todos os mestres. Porém, o verdadeiro sentido da festa já está se perdendo e o capitalismo está se aproveitando do pobre do espiríto de natal para crescer cada vez mais.

Cristo nasceu na matéria para mostrar que ele também precisa nascer dentro de nós. E não apenas passar a noite bebendo e até as vezes acordar no outro dia do outro lado do véu.

Então, pensem! O Natal ainda tem o sentido espitual ou você nem sabe o que é espiritualidade? Deixa para beber no Carnaval (já está próximo).

Cleison

Sobre o amor e a morte

Como é dito o amor é algo tão sublime que a raça humana está “condenada” a não entender como esse algo “funciona”.

A única forma é vivenciar o amor. Apenas assim você pode dizer que vive a vida.

E outro ponto importante: você não precisa estar com alguém pra dizer que está amando. Isso é apenas detalhes.

Na última sexta, dia 19, o filme “Crepúsculo” foi lançado. Fui assisti, e notei algo muito interessante.

O Amor pode estar relacionado com a Morte. Nunca nos colocamos em uma situação que verdadeiramente estamos amando e essa relação pode dar fim a nossa vida. Isse é sublime. E mesmo assim você continua lá…

Nesses casos (tão raros) a morte é um ato de amor.

Em uma relação dita impossível um “eu te amo” é o que dá sentido para essa impossibilidade!

Assistam o filme, vale a pena!

Cleison

Sobre a morte e a conquista

Gosto muito de uma banda chamada Coldplay. Ela lançou uma musica que tem como o nome “Death Will Never Conquer” que traduzindo seria “A Morte Nunca Irá Conquistar”. E eles realmente são verdadeiros nessa afirmação!

A Morte é em primeiro caso nossa companheira diária. Nós devemos, ou deveríamos, sempre pensar que nossos momentos nesse mundo podem terminar em qualquer instante. Somos seres mortais, então, podemos morrer sim!

E como diz nos ditos sagrados, a morte é útima coisa que iremos vencer. Porque antes devemos vencer o mundo.

Mas, porque a morte é a última pessoa que enfrentamos?

Porque ela mostra até aonde os limites humanos podem chegar. É ela que nos mostra que não somos capazes de muitas coisas. Estamos limitados ao nosso planeta. E, também ao nosso corpo. 

Quando entendemos que a morte além de nossa companheira também é nossa inimiga, então, estaremos vencendo a morte. E ela perderá aos poucos seu espaço. Porque nesse instante você compreendeu a natureza da morte. Ela para muitos é o fim e para outros é apenas outro início.

Nesses momentos a Morte nunca irá conquistar o ser humano. Porque aceitamos a sua existência e agora sabemos lidar com ela.

E conquista será desse novo ser que vence a morte pela compreensão de sua natureza.

Cleison

Sobre o querer

Quando falamos que queremos algo, muitas vezes não sabemos o que estamos dizendo com esse verbo. O ser humano acha que querer é somente poder, lógico que é, mas para poder é preciso batalhar antes.

Querer é uma atitude que necessita de combate, muitas vezes é preciso perder o seu sangue para isso. Em uma guerra os dois lados querem vencer, porém, é preciso perder alguns soldados e sangue, muito sangue.

Antes é preciso saber o que você quer, qual o seu objetivo no caminho. Você não pode querer algo que não sabe o que é.

E apenas o saber não leva ninguém a seu objetivo é preciso agir. A ação está intimamente relacionada com o querer, porque querer é uma atitude, e atitude necessita de ação.

E nessa atitude é preciso superar logicamente os obstáculos. O querer também leva o ser humano ao encontro do novo, é preciso se atirar nesse desconhecido. Porque o poder tem sempre um preço. E esse preço é pago com perdas, com combates, com o encontro com o novo. Nessa situação muitas vezes é preciso deixar muitas coisas para trás e seguir adiante ao encontro de uma nova natureza.

É preciso ousar para querer. É preciso se submeter ao diferente.

Depois disso dessa aventura, que normalmente é cotidiana, é preciso esperar, a paciência é uma das maiores virtudes. Somente assim querer se torna verdadeiramente poder.

Nesse momentos de querer é preciso lembrar das palavras de um dos instrutores da humanidade, Jesus Cristo:

“vai, vende tudo o que tens e dá-o aos pobres (…) e segue-me”

Cleison

Sobre o inimigo

O inimigo é muitas vezes visto com um ser ruim, mas, ele é apenas algo que está em nosso caminho. E ele não foi colocado lá em vão.

Como tudo na vida, ele está lá para nos ensinar e aprimorar algo em nós.

Ele parece ser ruim, porque quando traz o ensinamento ele o transmite com a dureza e não com a leveza.

O grande problema está quando não enfrentamos o inimigo. Só mostra que ainda não fomos capazes de utilizar nossos dons. Não temos a coragem suficiente de percorrer nosso caminho.

Por isso, temos que estar atentos, o inimigo muitas vezes está mais próximo do que imaginamos. Então, treine e desfrute da vida. Esse é o melhor caminho.

Cleison 

Sobre os direitos humanos

No dia 10 de dezembro de 2008 vi na televisão um comercial com p escritor Paulo Coelho, ele estava transmitindo uma mensagem sobre sobre a declaração universal dos direitos humanos que está fazendo 60 anos.

Esse código protege todos os seres humanos das mais piores crueldades que existem no mundo e que só o homem é capaz de fazer.

Em suma, ela guarda o ser humano de qualquer confusão mundial.

Mas, se fossemos pensar sobre já o que foi feito em nome da Declaração, a resposta seria NADA.

Ela existe? Sim, existe. Porém, só no papel.

Se ela foi criada para ser usada então devíamos usá-la. Ela é a nossa declaração.

Ela poderia ter impedido muitos problemas mundiais que ocorrem nesses últimos 8 anos. Mas, queira Deus, que tais tempos de mudanças realmente sejam verdadeiros.

Cleison

Sobre ser você mesmo

Jung chamou o processo de de tornar-se a se mesmo de individuação.

Individuação é totalmente diferente de individualismo. Individualismo é pensar somente e só em você e não se importando com o outro. Individuação é ser você mesmo, ter seus valores, ser ético com seu desejo, seu ser tornar-se completo. Em suma o ser humano pode dizer verdadeiramente que tem um Self.

Um ser humano individuado transcende o espaço e tempo.

E o primeiro passo para esse processo é ser você mesmo em todos os aspectos da vida sem fingimentos. Mostre-se como você realmente é. É sempre melhor a verdade. Mais, como disse J. Lacan seja ético com seu desejo, isso é importante.

Cada qual está em um processo diferente, então, a ética ainda é um dos melhores caminhos a seguir.

Depois, quando você começa a ser você mesmo, também, passa a respeitar seus valores, somente assim você poderá avaliar-se, e mudar o que é preciso mudar.

Cleison

Sobre os meus amigos

Todas as pessoas, amigos e inimigos, que atravessam nosso caminho nos ensinam algo de importante para nossas vidas!

E grupo dessas pessoas que ensinam grandes lições são seus amigos.

Eles ensinam primeiramente a FIDELIDADE!

Então escreverei aqui sobre o que os meus amigos já me ensinaram até o dia de hoje.

D. da S. A. e D.L.T., ensinaram-me ser mais preciso, ter discrição e objetividade. E não se perder pelo caminho.

D. de A. R., ensinou-me ao passar do tempo com a própria vida que posso ser introspectivo e divertido ao mesmo tempo.

S.A.P., ensinou-me sobre muitas coisas da vida e do cosmo. (Foi munha primeira mestra no meu caminho mesmo ela resistindo a isso “risos”.)

R.S. de F., ensinou-me sobre que inocencia e o divertimento podem andar um do lado do outro.

R. R., ensinou-me que todas as pessoas tem o direito de escolherem o que querem e o quem querem para suas vidas.

J.M.S. da S., ensinou-me ser eu mesmo, independentemente do que os outros podem pensar. Respeitar meus valores. E saber escolher. (Essa pessoa se tornou muito importantes para mim, porque ensinou algo que eu não queria aprender.) 

D.F., ensinou-me e ainda me ensina que a vida é uma diversão.

L.B., ensinou-me que a espontaneidade não é pecado, mas, deve fazer parte da vida.

A.C.M., ensinou-me a ter meu próprio estilo e assim ser cada vez mais eu mesmo, vestir o que eu queria vestir e não ter vergonha por isso.

R.P. e A.P., ensinaram-me mais sobre os estilos que nós temos e complementam cada vez mais sobre ter espontaneidade.

H. (não sei o sobrenome dela), ensinou-me que não devemos desistir nas horas dificeis.

A.L., ensinou-me a respeitar cada vez mais minha religião e fez despertar de novo em mim o sentido de ser buscador.

 É por isso que respeito e amo cada uma dessas pessoas. Por isso são minhas amigas.

Cleison

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